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Domingo, 2 de Setembro de 2007

RECORD NACIONAL!!!

Daniel Grund, Reuters 2007-09-02 - 00:00:00 Histórico: Porto a olhar para o céu!!! 600 mil pessoas nas margens do rio Douro!!! A Red Bull Air Race terminou ontem, mas volta já no próximo ano Para se ter uma ideia da magnitude que atingiu o dia de ontem do Red Bull Air Race, junto ao rio Douro, basta começar por referir que no São João, festa popular da cidade Invicta, estima-se que serão entre 120 a 140 mil as pessoas a sair à rua, no Porto. Ontem foram 600 mil os espectadores que se juntaram nas margens do Douro. Um número que, para além de histórico, atingiu um recorde nacional, já que nenhum outro evento conseguiu reunir, em solo luso, tanta gente no mesmo dia. Desde as 06h00 que o público começou a chegar para assistir aos voos das máquinas dos 12 pilotos apurados para as finais de ontem. Desde pequenas cadeiras até sacos-cama, tudo valia para permitir o conforto de quem seguiu as instruções da organização e se deslocou bem cedo para junto do local da prova. Às 08h00, as autoridades estimavam que o número de espectadores já atingia os 250 mil do dia anterior. Seria fácil de prever as complicações que daí viriam. Trânsito parado, filas enormes de espera junto às pontes e ainda enorme confusão nas estações de metro mais próximas foram consequências naturais ao longo de todo o dia, que juntou mais de meio milhão de pessoas nas margens do rio Douro. SEGURANÇA APROVADA Fonte da organização revelou-se bastante satisfeita pelos números atingidos durante todos os dias da prova, mas principalmente pela meta dos 600 mil ontem atingida, já prevista na apresentação do evento. “As expectativas foram plenamente correspondidas, talvez até superadas. Temos consciência de que ultrapassámos o meio milhão de pessoas e que a capacidade do local foi esgotada”, referiu a fonte, sem deixar de lembrar o facto de não ter surgido qualquer problema de maior: “Depois de tanto alarido ficou provado que o plano de segurança estava adequado.” Entre o calor, os espaços sobrelotados e consequentes indisposições e desmaios, foram 120 as ocorrências registadas pelas forças de segurança, das quais duas obrigaram a transporte para o hospital. Uma detenção por injúrias à autoridade completa a pintura em relação à segurança do dia decisivo da competição. ATÉ DEU PARA FECHAR O CAFÉ Face à multidão presente, não seria difícil adivinhar a afluência aos cafés e restaurantes das proximidades. Quando a essa multidão se junta o calor que se fazia sentir nas margens do rio Douro, a grande procura por uma bebida fresca trouxe o sucesso à restauração. “Para mim, devia haver um evento destes três vezes por ano, que aí o negócio melhorava e não era pouco”, disse Aida Magalhães, proprietária do café Maré Baixa, no cais de Gaia, e que decidiu fechar o seu estabelecimento ao público, por volta das 16h00, ainda a prova não tinha terminado. A explicação foi dada ao CM: “Já estamos abertos desde as 06h00 e as bebidas praticamente esgotaram. Já fizemos bastante negócio durante o dia de hoje [ontem], acho que agora merecemos descansar”, revelou. E O VENCEDOR É... STEVE JONES Foi um dia de fortes emoções, em termos competitivos, aquele que se viveu ontem junto ao rio Douro. Depois da confirmação de que o espanhol Alejandro Maclean havia resolvido os seus problemas mecânicos e que, por consequência, Klaus Schrodt ficaria de fora, o que interessava saber era quem seriam os oito magníficos a passar aos quartos-de-final. A verdade é que a primeira prova de qualificação do dia eliminou mais quatro pilotos, sendo eles Arch Hannes, Sergey Rakmanin, Frank Versteegh e Michael Goulian, que completaram os piores tempos e ficaram de fora dos confrontos mano a mano que viriam a decorrer daí para a frente. O entusiasmo entre o público cresceu assim que teve início a fase do mata-mata, em que os pilotos, em confrontos individuais, tinham de fazer melhor tempo do que o adversário directo. Assim se encontrariam os apurados para as meias-finais e final. A prova viria a coroar, de forma algo surpreendente, Steve Jones como o grande vencedor da etapa do Porto da Red Bull Air Race, piloto britânico que já não entra para as contas do título das World Series de 2007, lideradas por Mike Mangold, americano que ontem conseguiu o segundo lugar mas que completou o circuito com mais 33 centésimos de segundo do que o grande vencedor do dia, que fez o excelente tempo de 01:10.32. Curiosamente, os pilotos que chegaram à final tinham sido penalizados no primeiro dia de treinos livres, o que não viria a perturbar os dois pilotos que saíram por cima da etapa portuense. Steve Jones coleccionou a primeira vitória do ano, enquanto Mike Mangold continua na liderança geral da prova. CENTÉSIMO DE SEGUNDO DECISIVO Ponto alto do dia foi a meia-final entre Steve Jones e Peter Besenyei, em que o primeiro levou a melhor, por um centésimo de segundo. AIR RACE DE VOLTA EM 2008 Se não foi um dos 600 mil que ontem assistiu à etapa portuense, descanse. A prova estará de regresso no próximo ano e é garantido que os voos da Air Race sobrevoarão o Douro pelo menos até 2009. COUCEIRO COM AMOR ÀS 4 RODAS Presente no evento esteve também o conhecido piloto de automóveis Pedro Couceiro, que se revelou entusiasmado com o evento mas “incapaz de pilotar um avião”. “Tenho amor às quatro rodas e ao chão que piso”. NOTAS PORTUGUESES COM ESCOLHA Há a tendência entre o adepto de qualquer prova em escolher um preferido para a vitória. O Aeroclube de Viseu fez questão de apoiar Frank Versteegh. MÁRIO PARDO ELOGIA PROVA Na cerimónia de abertura houve lugar a um salto do base-jumper Mário Pardo, que elogiou o Red Bull Air Race: “Excedeu as minhas expectativas”. ADESÃO ESMAGADORA Para o secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas a adesão do público portuense foi “esmagadora”, num espectáculo que classificou como “fantástico”.
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publicado por meninolopes às 18:26
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